sexta-feira, 2 de maio de 2014

Aécio defende redução da maioridade para crime hediondo

"Temos de ter a coragem de enfrentar a questão do aumento da criminalidade de forma clara, sem a omissão que hoje vem ocorrendo por parte do governo federal", disse Aécio Neves


Comandatuba - O senador e pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, defendeu nesta sexta-feira em palestra no Fórum Empresarial de Comandatuba (BA) uma proposta polêmica, que é objeto de críticas por parlamentares ligados ao PT e à esquerda, como o PSOL: o fim da maioridade penal para crimes hediondos.

Bastante aplaudido por uma plateia composta basicamente por mais de 300 empresários, o tucano citou o correligionário, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), um dos nomes cotados para integrar sua chapa na condição de vice, também presente ao evento na Bahia, destacando sua Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para reduzir a maioridade penal para crimes hediondos.

"Temos de ter a coragem de enfrentar a questão do aumento da criminalidade de forma clara, sem a omissão que hoje vem ocorrendo por parte do governo federal. Há uma polêmica enorme com relação à redução da maioridade, mas há um projeto de autoria do Aloysio, que tenho apoiado como senador e apoiarei se for a vontade do meu partido (indicá-lo para vice em sua chapa) que permite, em casos extremamente graves, em consulta ao Ministério Público e o Estatuto da Criança e do Adolescente pode haver a decretação, por parte do magistrado, da redução da maioridade penal."

Segundo o presidenciável do PSDB, esta é uma questão polêmica e não é simples. Contudo, "é preciso enfrentar para não ficar contemplando passivamente o aumento absurdo da criminalidade". E alertou para a existência de uma verdadeira indústria do crime, onde se contratam menores para os criminosos escaparem das penas.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2014/05/02/interna_politica,524811/aecio-defende-reducao-da-maioridade-para-crime-hediondo.shtml

'Não vejo como não estar com Eduardo Campos em 2015' diz Aécio



Senador mineiro criticou a falta de segurança jurídica e o intervencionismo do governo e disse que o próximo presidente terá uma "herança perversa" de inflação

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), teceu elogios ao ex-governador de Pernambuco e presidenciável do PSB, Eduardo Campos, em sua palestra no Fórum Empresarial de Comandatuba.

Apesar de estar em campo distinto na corrida presidencial, o tucano disse: "Não consigo ver o Eduardo como adversário, somos companheiros de trincheira do mesmo sonho", arrancando aplausos da plateia. E, depois de criticar duramente a atual gestão petista, disse que falaria algo que iria surpreender a todos: "Não vejo como, a partir de 2015, não estarmos eu, (Eduardo) Campos e Marina (Silva) no mesmo projeto de País."

Aécio voltou a dizer que o Brasil não foi descoberto a partir de 2003, numa crítica indireta ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas enalteceu os programas de transferência de renda bem-sucedidos do petista. Após o breve elogio, criticou duramente a deterioração ocorrida no segundo mandato do ex-presidente, com a quebra dos pilares macroeconômicos. "Estamos voltando à agenda de dez anos atrás". E alfinetou: "Tenho divergências profundas com os que estão no poder (governo do PT)."

O senador mineiro criticou também a falta de segurança jurídica e o intervencionismo do governo e disse que o próximo presidente terá uma "herança perversa" de inflação em alta, crescimento baixo e perda crescente de credibilidade. Aécio citou ainda os "péssimos resultados" da balança comercial brasileira, a "escorchante carga tributária" e prometeu que, se for eleito, vai apresentar em seis meses uma proposta de simplificação tributária, arrancando aplausos dos empresários. "Quem melhora a vida de cada um é a própria pessoa, Estado tem de ser apenas parceiro, restabelecendo a confiança e a esperança."

Além das críticas à economia, o senador tucano falou que o País enfrenta problemas nas áreas da educação, saúde e segurança. "Temos de ter coragem de enfrentar a questão da criminalidade, sem a omissão atual do governo federal", disse.

No campo da reforma política, ele defendeu o voto distrital e o fim da reeleição passando a mandato de cinco anos. O tucano lembrou que a instituição da reeleição foi feita no governo de seu correligionário, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Vou parodiar o presidente Lula e dizer que prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo."

Aécio começou sua explanação, que durou 35 minutos, brincando com o presidente do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), João Dória Júnior, organizador do evento, dizendo que ele poderia ser o arrecadador de sua campanha, pois reuniu em poucos minutos na manhã desta sexta-feira, 02, uma cifra superior a R$ 1 milhão para o Instituto Ayrton Senna.

Fonte: http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/n%C3%A3o-vejo-como-n%C3%A3o-estar-com-eduardo-campos-em-2015-diz-a%C3%A9cio-1.831869

Em evento da Força Sindical; Aécio foi aplaudido, e Dilma, vaiada

Governo e oposição se encontraram e se estranharam no evento em homenagem ao Dia do Trabalho, promovido pela Força Sindical, na praça Campos de Bagatelle, em São Paulo. Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência da República, discursou. Classificou de “patético” o discurso que Dilma fez na TV nesta quinta, disse que ela está distante dos trabalhadores e não podia comparecer a um evento como aquele, tendo de “ficar trancada”. Sustentou ainda ser preciso fazer “o resgate da Petrobras das garras daqueles que fazem negócios em interesse próprio”.

Coube ao deputado Paulinho da Força, presidente do partido Solidariedade, que está na oposição, fazer o discurso mais duro contra Dilma. Numa alusão aos mensaleiros, mandou ver: “O governo que deveria dar o exemplo está atolado na corrupção. Se fizer o que a presidente Dilma falou ontem, quem vai parar na Papuda é ela”. Tanto Aécio como Paulinho foram muito aplaudidos ao sentar a pua na gestão petista.

Mas lá também estavam defensores do governo Dilma, como o ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, e o ministro do Trabalho, Manoel Dias, que é do PDT, partido a que Paulinho pertencia e do qual se desligou para fundar o Solidariedade.

Carvalho rebateu a crítica de Aécio e afirmou que o governo elevou o salário mínimo em 70% — ele se refere, claro, aos 11 anos de gestão petista, não apenas ao período Dilma. Disse ainda que a presidente não vem a São Paulo apenas a cada quatro anos, quando há campanha e repetiu a mentira de que os tucanos tentaram privatizar a Petrobras. Foi mais longe: “Vocês sabem quem criou o fator previdenciário? Foi Fernando Henrique Cardoso. Agora eles [tucanos] querem voltar com o senador Aécio Neves. Vêm com promessas para vocês para um governo que eles não terão”. Foi sonoramente vaiado.

Dias, o ministro, criticou o discurso de Paulinho, que considerou agressivo demais com a presidente. Mais vaias.

Alguns poderão dizer que, no fim das contas, essa solenidade de Primeiro de Maio acabou sendo política. Ora, claro que sim! Mas nada que se compare ao pronunciamento indigno da presidente Dilma, nesta quarta, em rede nacional de rádio e TV. Usou o aparelho de estado para fazer campanha eleitoral.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/oposicao-e-governo-se-enfrentam-em-evento-da-forca-sindical-aecio-foi-aplaudido-e-dilma-vaiada/#.U2K4HDeMIzM.facebook

Aécio e Campos atacam Dilma em evento da Força Sindical

São Paulo, 02 - O ato político promovido nesta quinta-feira, 01, pela Força Sindical se transformou em palanque da oposição na festa do 1º de Maio em São Paulo. Os pré-candidatos ao Planalto da oposição Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) fizeram duras críticas à presidente Dilma Rousseff para uma multidão atraída à praça Campo de Bagatelle, na zona norte da cidade, por sorteios de carros e shows musicais.

De acordo com os organizadores do ato, cerca de 1 milhão de pessoas passaram pelo local durante todo o dia. A Polícia Militar contou 250 mil pessoas.

Aécio, Campos e o anfitrião da festa, o deputado Paulo Pereira da Silva (SDD-SP), o Paulinho da Força, presidente licenciado da central sindical, atacaram Dilma o tempo todo - Paulinho já declarou apoio ao projeto presidencial do tucano. A presidente foi representada no evento pelos ministros do Trabalho, Manoel Dias, e pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

Os adversários de Dilma exploraram a inflação - o acumulado de 6,15% ainda está dentro do teto, mas acima do centro da meta anual - e o caso Petrobrás. Também condenaram Dilma pelo uso de cadeia de rádio e TV na noite anterior para anunciar correção da tabela do Imposto de Renda em 4,5% e reajuste de 10% para o Bolsa Família. “A presidente protagonizou um momento patético da vida pública brasileira ao utilizar um instrumento de Estado para atacar adversários”, disse Aécio a repórteres na chegada.

Em cima do palanque, o tucano foi abordado por cômicos de um programa de TV, um deles imitando a presidente. Após contracenar com o grupo, partiu para o ataque. “A presidente acha que a crise da Petrobrás é responsabilidade da oposição e não daqueles que a transformaram num grande balcão de negócios suspeitos.” No pronunciamento, Dilma acusou os opositores de investir no “quanto pior, melhor”.

“Ela foi à televisão falando que quer dialogar com a classe trabalhadora e hoje está fechada no palácio do governo. Não veio aqui olhar para vocês, explicar por que a inflação voltou, por que o crescimento sumiu e a decência anda em falta no atual governo”, discursou Aécio, que, nos bastidores, teve conversa com o líder dos rebeldes da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Paulinho, à vontade em seu reduto histórico, cuidou de radicalizar a manifestação. “Quem acha que o desemprego voltou levanta o braço! Quem acha que a inflação tá subindo levanta o braço! Quem acha que o salário tá bom levanta o braço! Só a mulher (Dilma) lá tá vendo que o salário tá alto.” Em meio à performance de Patati e Patatá, os palhaços que com piruetas empolgaram a massa de trabalhadores esparramada pelo gramado, o parlamentar mandou “uma banana” para a presidente. “Quem vai acabar no presídio da Papuda é ela, porque quem roubou a Petrobrás é ela que era presidente do Conselho (de Administração da estatal).”

Reforço

Campos chegou mais tarde e fez um discurso mais curto. “Vamos derrotar o inimigo número 1 do trabalhador que é a inflação, o desemprego, a desindustrialização”, disse o ex-governador de Pernambuco e ex-ministro do governo Lula.

Ao falar ao público, o ministro do Trabalho listou feitos do governo e fez referência indireta aos adversários. “Não vamos permitir o retrocesso, a flexibilização da CLT, a subtração de direitos dos trabalhadores”, disse Dias - nas últimas semanas, Aécio fez uma série de promessas a empresários, entre elas a de estudar a flexibilização das leis trabalhistas em setores da economia, como o turismo. Já Carvalho deixou o evento apressado e contrariado. “Esse tipo de reação dele (Paulinho) eu não levo a sério.”

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2014/05/02/interna_politica,524639/aecio-e-campos-atacam-dilma-em-evento-da-forca-sindical.shtml

Pimenta da Veiga critica pronunciamento da presidente Dilma

O pré-candidato ao governo de Minas pelo PSDB, Pimenta da Veiga, disse nessa quinta-feira (1º) que a presidente Dilma Rousseff se comportou como candidata ao anunciar um reajuste de 10% nos valores do Bolsa Família e a correção na tabela do Imposto de Renda, às vésperas do Dia do Trabalho. “Eu acho que ela não seguiu a regra dos anos anteriores, portanto, não foi presidente, ela foi candidata. Isso é ruim, o presidente da República tem que tomar cuidado para não perder a dignidade do cargo. Ela não agiu como deveria, mas, enfim, cada um faz o que quer”, disse, após participar da festa do trabalhador mineiro, promovida pela Nova Central Sindical dos Trabalhadores, na Via 240, em Belo Horizonte.

Pimenta chegou ao evento por volta das 16h30, cumprimentou populares e subiu ao palco. Ao ser anunciado pelo apresentador da festa, ouviu mais vaias que aplausos da plateia. Acabou não fazendo nenhum discurso, apenas chamou a próxima atração, MC Leozinho.

À imprensa, Pimenta falou sobre o resultado da última pesquisa CNT/MDA que apontou queda nas intenções de voto de 44% para 37% para Dilma e crescimento de 17% para 22% para o pré-candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB). “Não é só o crescimento do Aécio e não é só a queda da Dilma, é a soma dos dois. Houve 11 pontos de diferença em um mês. Eu confesso que essa deve ser uma das maiores alterações de pesquisas em muitas eleições. Isso pra nós é muito animador. Mas a campanha está só começando, vamos com calma”, disse.

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/pimenta-da-veiga-critica-pronunciamento-da-presidente-dilma-1.238547

José Genoino se entrega e volta à prisão em Brasília

Ordem para que voltasse à prisão foi decretada nessa quarta-feira (30) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, tendo por base um laudo médico atestando que o quadro de saúde dele é estável e não grave

O ex-deputado federal José Genoino (PT-SP) se apresentou às 15h desta quinta-feira (1º) ao Centro de Internamento e Reeducação dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Ele estava junto com seu advogado Cláudio Alencar e seu médico cardiologista Geniberto Campos.

A ordem para que voltasse à prisão foi decretada nessa quarta-feira (30) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, tendo por base um laudo médico atestando que o quadro de saúde dele é estável e não grave. Se o petista não se apresentasse em 24 horas, seria expedido um mandado de prisão contra ele. Seu advogado disse ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, que foi intimado por um oficial de Justiça sobre a decisão de Barbosa pouco antes das 20h desta quarta-feira.

Antes de se apresentar hoje, Genoino passou a tarde desta quinta-feira cercado por familiares em sua casa, em um condomínio fechado em Brasília. O filho, Ronan Kayano, foi visto entrando na residência do pai na hora do almoço. Mais cedo, o condenado também recebeu a visita de seu irmão, o deputado federal José Guimarães (PT-CE), que chegou por volta das 11h30. Ele cumpria prisão domiciliar desde novembro.

Em novembro, após o início da execução das penas dos condenados do mensalão, ex-deputado ficou menos de uma semana preso no complexo penitenciário da Papuda. Alegando problemas cardíacos, ele foi transferido para um hospital em Brasília e depois para prisão domiciliar. No laudo encaminhado a Barbosa na segunda-feira, a junta de médicos da Universidade de Brasília (UnB) afirma que Genoino tem controlado com medicamentos um problema de hipertensão e que a cirurgia na aorta, à qual ele foi submetido em julho, foi bem sucedida.

O ex-deputado foi condenado pelo STF a 4 anos e 8 meses de reclusão pela prática do crime de corrupção ativa. Essa pena deve ser cumprida em regime semiaberto. Teoricamente, nesse sistema, o preso pode sair da cadeia durante o dia para trabalhar, mas tem de retornar para dormir na prisão. Até obter o benefício, porém, ele será mantido em regime fechado. Em agosto, quando terá cumprido um sexto da pena, Genoino pode ser transferido para o regime aberto.

Fonte: http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/jos%C3%A9-genoino-se-entrega-e-volta-%C3%A0-pris%C3%A3o-em-bras%C3%ADlia-1.831454

Aécio diz que Dilma protagonizou 'cena patética' na TV

Tucano criticou o distanciamento da presidente com os trabalhadores: "a presidente diz que quer dialogar com os trabalhadores, mas hoje está trancada no Palácio do Planalto"


O provável candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves, disse há pouco que a presidente da República, Dilma Rousseff, protagonizou nessa quarta-feira (30) uma cena "patética" ao se referir ao pronunciamento que a presidente fez em cadeia nacional de rádio e televisão.

"A presidente protagonizou uma cena patética ontem", disse Aécio ao chegar para o ato de 1º de maio que Força Sindical promove nesta quinta-feira (1º) em São Paulo em comemoração ao Dia do Trabalho. "Ela usou assuntos de Estado para fazer proselitismo político", disse, acrescentando que Dilma falou em seu pronunciamento que quer dialogar com os trabalhadores, mas que não a vê em nenhum evento de trabalhadores.

Ele ainda alfinetou: "A presidente diz que quer dialogar com os trabalhadores, mas hoje está trancada no Palácio do Planalto." Aécio criticou o reajuste de 4,5% da tabela do Imposto de Renda, que segundo ele ficou abaixo da inflação. "Ao reajustar o Imposto de Renda abaixo da inflação de 6%, a presidente esconde os dados", comentou Aécio.

O provável candidato do PSDB, disse que seu compromisso é com a decência e com a competência. "Venho aqui para reafirmar meu compromisso com o combate à inflação, que voltou no Brasil", discursou. Aécio disse também que mantêm compromisso com "o resgate da Petrobras das garras daqueles que fazem negócios em interesse próprio".

Fonte: http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/a%C3%A9cio-diz-que-dilma-protagonizou-cena-pat%C3%A9tica-na-tv-1.831388