segunda-feira, 30 de junho de 2014

Aécio confirma Aloysio Nunes Ferreira como vice


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, anunciou nesta segunda-feira, 30, o nome do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) para compor a chapa na vice.

A escolha do senador ocorre no prazo limite determinado pela Lei Eleitoral e foi baseada na possibilidade de Nunes conquistar votos para a campanha presidencial do PSDB em São Paulo, maior colégio eleitoral do País. O senador paulista tem como legado uma votação histórica nas últimas eleições, quando conquistou 11,1 milhões de votos no Estado.

A indicação passou pelo crivo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Além da votação expressiva para o Senado em 2010, Aloysio Nunes carrega em seu currículo atuação como deputado estadual pelo PMDB em duas ocasiões: de 1983 a 1987, quando foi líder do governador Franco Montoro na Assembleia Legislativa e; de 1987 a 1991. Também foi eleito deputado federal pelo PMDB de 1995 a 1999. Já pelo PSDB, teve mandatos de 1999 a 2003 e de 2003 a 2007.

No Executivo, o tucano ocupou entre 1991 a 1994 o cargo de vice-governador de São Paulo, no período em que o Estado foi governado por Luiz Antônio Fleury (PMDB). Na ocasião, também comandou a secretaria estadual dos Transportes.

Na gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Aloysio Nunes atuou como ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República de 1999 a 2001 e ministro da Justiça, em 2001 e 2002. Três anos depois voltou para São Paulo, onde foi secretário de governo da prefeitura em 2005 e 2006.

Considerado como uma pessoa próxima a José Serra, em 2010, o senador também ocupou o cargo de secretário-chefe da Casa Civil do governo do Estado de São Paulo.

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/aecio-confirma-aloysio-nunes-ferreira-como-vice-1.251440

Pimenta da Veiga quer tornar MG referência internacional em educação

Em Governador Valadares, o pré-candidato anunciou um programa que pretende beneficiar milhares de alunos da rede pública


O pré-candidato do PSDB ao governo de Minas, Pimenta da Veiga, disse neste domingo (29), em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, que tornará Minas Gerais uma referência internacional na educação, a partir de um programa que vai pretende "revolucionar o ensino no estado". O ex-ministro explicou que, a partir dos avanços já conquistados na educação básica mineira, hoje considerada a melhor do país pelo governo federal, fará parcerias com outros países para que estudantes mineiros aprendam línguas e possam aprimorar seus conhecimentos também fora do Brasil.

“Queremos fazer, simplesmente, uma revolução. A meta é fazer com que as crianças pobres aqui da região se desenvolvam, aprendam línguas e possam ir fazer estágios fora do país. E isso é possível. Estamos desenvolvendo um programa nesse sentido, para que todas as crianças queiram aprender uma outra língua e se sintam estimuladas a participar desse programa”, afirmou.

Durante visita ao mercado municipal da cidade, onde foi recebido por feirantes e populares, o pré-candidato destacou, entre as metas de seu programa de governo, melhorias também em áreas prioritárias, como saúde e segurança. “Queremos avanços na saúde, com a criação dos hospitais regionais. Essa rede precisa continuar. É preciso que o sistema de urgência e emergência também continue com a eficiência que tem”, ressaltou.

Sobre a questão da violência, um dos maiores problemas vividos pela população em todo o país, Pimenta da Veiga acredita ser necessário um reforço na segurança das fronteiras do país para evitar a entrada de drogas e armas em território nacional.

Outro ponto destacado pelo ex-ministro é a necessidade da diversificação da economia na região e em todo o Estado, para que Minas possa atrair mais investimentos e gerar emprego.

Fonte: http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/pimenta-da-veiga-quer-tornar-mg-refer%C3%AAncia-internacional-em-educa%C3%A7%C3%A3o-1.874146

Aécio Neves anuncia vice hoje

O candidato do PSDB ao governo federal, senador Aécio Neves, deixou para anunciar o nome do candidato a vice em sua chapa somente nesta segunda-feira, 30, em Brasília (DF). Neves se reuniu com o governador Beto Richa em um restaurante da capital, horas depois de Richa ter seu nome confirmado para a disputa pela reeleição na convenção estadual do PSDB ocorrida neste domingo, 29. O governador deve anunciar o nome de seu vice também nesta segunda.

Neves não quis dar pistas sobre o companheiro de chapa. "Para mim não é problema o assunto (vice), pois o que existe são excessos de nomes e nomes qualificados, hoje é um dia de convenções em todo o Brasil, dia de Beto Richa para se apresentar como governador, como agora há pouco fez Geraldo Alckmin em São Paulo; e quem tem parcerias sólidas como essas não tem o que temer em relação à disputa eleitoral e terça-feira, 01, pela manhã em Brasília vamos conhecer o nome daquele ou daquela que me acompanhará como vice-presidente", comentou.

Em sua passagem por Curitiba, Neves também criticou a política econômica do governo federal. "A inflação está de volta, o crescimento econômico deixou de existir, está estagnado, tivemos um crescimento de 0,2% de PIB no primeiro trimestre", disse.

Para ele, o governo federal também pune o Paraná por ser centralizador. "O Paraná talvez seja a maior vítima desse modelo centralizador e a meu ver pouco republicano dos recursos que são públicos, também quero fazer uma parceria e com a nossa vitória Beto Richa terá as portas escancaradas no governo federal para que as parcerias que foram impedidas de se fazer agora possam ser feitas".

Durante a convenção que o definiu como candidato por unanimidade, com 114 votos dos convencionais (de um total de 200, 114 compareceram), Richa também criticou o governo federal. "Não queremos discriminação, mas sim um Brasil igualitário, e isso irá acontecer com Aécio presidente. Vejo com tristeza que temos três ministros paranaenses e dois senadores que tentam quebrar o Paraná para ter um discurso de campanha, queremos apenas o que é de direito e justo", reclamou. O senador Alvaro Dias também teve seu nome ratificado para a disputa ao Senado.
Para apoiar sua candidatura, Richa conta com o apoio de 12 partidos: Solidariedade, PROS, PSTC, DEM, PSC, PSD, PR, PP, PSB, PMN, PRB e PSL.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

PHS ensaia candidatura de Medioli ao governo de minas

Legenda faz convenção no domingo e negocia com partidos que ainda não definiram apoio

A convenção estadual do PHS, marcada para o próximo domingo, deverá confirmar o lançamento de candidatura própria do partido ao governo de Minas, em outubro. Apesar de ter apoiado a reeleição do governador Antonio Anastasia (PSDB) em 2010, a direção estadual da legenda pretende seguir um caminho independente neste ano, enfrentando os pré-candidatos Pimenta da Veiga (PSDB) e Fernando Pimentel (PT), já confirmados em convenções.

Segundo o presidente estadual do PHS, o vereador de Belo Horizonte Marcelo Aro, o PHS quer ter o empresário e ex-deputado Vittorio Medioli como seu candidato a governador, lançando em Minas novas propostas sociais e econômicas “que os demais partidos não são capazes de colocar em prática”. Minas, diz ele, não pode aguardar eternamente que tucanos e petistas fiquem se digladiando pela disputa do poder.

Aro lembra que há regiões díspares no Estado, com renda vergonhosa e que ninguém se importa. Por isso, reforça, “o PHS quer lançar propostas inovadoras. Pelo menos, dessa forma, vai dar ideias e estímulo para alguém entender que perdemos décadas sem conseguir resgatar a dívida social que temos. O PHS cansou de esperar, queremos que esses partidos hegemônicos se expliquem, que saiam da torre de marfim.”

Segundo Aro, hoje, o empresário e ex-deputado Vittorio Medioli é o nome com a maior viabilidade e apoio interno para disputar o Palácio Tiradentes pelo partido. “A nossa vontade é ter candidato do PHS, um nome que apresente propostas. Apoiamos o PSDB em 2010, mas, desde então, somos independentes em Minas e na capital. Por isso, acreditamos que esse é o momento de o partido se posicionar e de participar diretamente.”

Desta quinta até domingo, a executiva estadual da legenda vai negociar com outros partidos que ainda não definiram de qual lado estarão no pleito, e o principal alvo é o PSB. Nacionalmente, o PHS já fechou apoio ao presidenciável Eduardo Campos (PSB) e lançar um nome em Minas é uma forma de dar palanque ao socialista no Estado, reduto do também pré-candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB).

“Vamos tentar reeditar a aliança nacional com o PSB também em Minas. Se o Eduardo quiser vir a Minas mostrar suas propostas, daremos palanque e espaços a ele. Mas não fechamos portas para Aécio”, explica o dirigente do PHS. Ele garante ainda que o partido que aceitar participar da aliança em Minas terá espaços na chapa estadual, podendo indicar o vice-governador.

Pressões. O lançamento de uma terceira via em Minas pode ser prejudicial para os planos de Pimentel e Pimenta. Não por acaso, integrantes do PHS admitem que estão sendo pressionados a abrir mão do voo solo no Estado. “O partido tem sido procurado por nomes do PT e do PSDB”, confirma Aro.

Segundo ele, porém, os integrantes do PHS estão convencidos da necessidade de ter um candidato próprio. “Nenhuma pressão externa vai dificultar o lançamento de uma candidatura. Não vamos mudar de posição nem ceder a partido A ou B. Se tiverem propostas melhores, que as apresentem.”

Fonte: http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/phs-ensaia-candidatura-pr%C3%B3pria-1.871801

terça-feira, 24 de junho de 2014

Governador do Piauí rompe com Dilma e fecha com Aécio


O governador do Piauí, Antônio José Moraes Souza, conhecido como Zé Filho (PMDB), reuniu os representantes de 18 partidos que dão sustentação política a seu governo para lançar a chapa de reeleição ao lado do ex-prefeito de Teresina Silvio Mendes (PSDB), candidato a vice-governador, e do ex-governador Wilson Martins (PSB), candidato a senador. Zé Filho confirmou o rompimento com o governo Dilma Rousseff (PT) e declarou apoio à candidatura do presidenciável tucano Aécio Neves.

Na reunião, que aconteceu nesta terça-feira, 24, na sede do PMDB, foi anunciada a perspectiva deste grupo político de eleger 20 dos 30 deputados estaduais e sete dos dez deputados federais do Estado além dos candidatos ao governo do Estado e ao Senado. Zé Filho disse que ainda trabalha para aproximar mais dois partidos desta coligação. O grupo tira o palanque de Dilma e abre para Aécio, deixando espaço ainda para o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Tanto o PSDB, quanto o PSB confirmaram a presença dos dois presidenciáveis na convenção do grupo, que será feita de forma conjunta na sexta-feira (27), em Teresina.

Nos discursos, durante a reunião para definir detalhes da convenção e da coligação proporcional entre os partidos, Zé Filho afirmou que, com a união dessas legendas, não há como perder as eleições - opinião compartilhada por Wilson Martins. Ambos concorrem contra o senador petista Wellington Dias, que disputa o governo do Estado, tendo a deputada estadual do PP, Margarete Coelho, como candidata a vice-governadora e o ex-prefeito de Teresina Elmano Ferrer (PTB), como candidato a senador.

"O mais difícil foi conseguir a unidade da base. Mas agora temos 18 partidos unidos em prol da campanha. É uma coligação forte, que tem como base o povo. Vamos fazer todo o trabalho necessário para ganhar a eleição e continuar o trabalho que foi feito pelo Piauí. Nós vamos ganhar. Vamos entrar na casa das pessoas, mostrar o que fizemos e como vamos fazer muito mais", afirmou o governador, que substituiu o deputado federal Marcelo Castro (PMDB), na candidatura ao governo do Estado. Os partidos que confirmaram aliança são: PMDB, PSDB, PSB, PRB, PSD, PSL, PTN, PPS, PPL, DEM, PSDC, PDT, PMN, PTC, PCdoB, PTdoB, PV e PEN.

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/governador-do-piaui-rompe-com-dilma-e-fecha-com-aecio-1.250110

Pimenta da Veiga diz que PT faz campanha com ódio e antidemocrática

O candidato do PSDB ao governo de Minas, Pimenta da Veiga, acusou o PT de adotar uma postura antidemocrática na campanha. Por meio de nota à imprensa, o tucano disse que o candidato do PT, Fernando Pimentel, tem disseminado um discurso de ódio contra o atual governo e usado de inverdades para desgastar sua candidatura.

Pimenta da Veiga rebateu as críticas feitas por Pimentel ao choque de gestão implantado pelo governo tucano em Minas. “O choque de gestão é considerado referência nacional e internacional em termos de boas práticas administrativas. O programa possibilitou o equilíbrio financeiro e a retomada dos investimentos no Estado”, afirmou.

Em entrevista ao Hoje em Dia, Fernando Pimentel disse que o choque de gestão é inócuo. “Até hoje, ninguém conseguiu esclarecer o que é choque de gestão, nem os próprios autores”, disse. 

Uma das maiores críticas feitas pelo candidato petista ao atual governo é a questão da segurança pública. Sobre o tema, Pimenta reafirmou que Minas Gerais, proporcionalmente ao seu orçamento, é o Estado que mais investe em segurança no país.  

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/noticias/politica/pimenta-da-veiga-diz-que-pt-faz-campanha-com-odio-e-antidemocratica-1.250024

Ellen Gracie é um dos nomes cotados para vice de Aécio


Senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) e o ex-governador do Ceará Tasso Jereissati também são citados para compor a chapa

O presidenciável Aécio Neves (PSDB) afirmou ontem que a jurista e ex-ministra do Supremo Tribunal Federal Ellen Gracie Northfleet é um dos nomes cotados para a candidatura a vice-presidente na chapa. O senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) e o ex-governador do Ceará Tasso Jereissati também são citados para compor a chapa.

No Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, onde assistiu ao jogo entre Brasil e Camarões, o tucano criticou duramente a proposta do governo da presidente Dilma Rousseff de criar o Sistema Único do Trabalho (SUT) e afirmou que essa é mais uma “decisão autoritária” do governo, sem consulta ao trabalhador. “Já orientei a bancada do PSDB a se opor a esse gesto autoritário”, disse Aécio, ao chegar ao sindicato ao lado do presidente do SDD, deputado Paulo Pereira da Silva (SP), o Paulinho da Força, além de outros líderes sindicais.

Fonte: http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/ex-ministra-ellen-gracie-%C3%A9-um-dos-nomes-cotados-para-vice-de-a%C3%A9cio-1.870338